Qual é o atual cenário das alergias alimentares?
Muitos afirmam que alergia alimentar agora está na moda e que nunca houve tantos casos.
Muitos afirmam que alergia alimentar agora está na moda e que nunca houve tantos casos.
Muitos afirmam que alergia alimentar agora está na moda e que nunca houve tantos casos.
Muitos afirmam que alergia alimentar agora está na moda e que nunca houve tantos casos. Embora seja difícil saber, com precisão, o número de portadores de alergia alimentar no Brasil e no mundo, os dados epidemiológicos confirmam que a prevalência vem mesmo aumentando com o passar dos anos. Esse aumento pode ser atribuído, em parte, a maior acesso médico, com casos que passam a ser diagnosticados precisamente. Mas, além disso, acredita-se que alguns fatores ambientais como o aumento de partos cesáreos, as mudanças nos padrões alimentares e a famosa teoria da higiene, possam impulsionar esses números por alterar a microbiota e o sistema imunológico.
Outra mudança importante no cenário das alergias alimentares é que o tempo para o desenvolvimento da tolerância tem sido maior do que o previamente descrito, ou seja, a cura está demorando mais para chegar.
Há ainda na literatura descrições de manifestações mais graves, como mais relatos de internações por anafilaxia, por exemplo.
Com maior prevalência, persistência e gravidade das alergias alimentares, é fundamental garantir que o tratamento seja adequado, tanto na dieta de restrição como no manejo dos sintomas.
Para o manejo dos sintomas mais graves, a família deve estar bem informada para conseguir avaliar e tomar ações emergenciais quando necessário, incluindo o uso da caneta de adrenalina.
Para o manejo da dieta, precisamos garantir o aporte dos nutrientes para que não haja qualquer comprometimento no crescimento, desenvolvimento e saúde da criança, mesmo com a retirada de um ou mais grupos alimentares.
Também é importante a tentativa de minimizar o impacto social da dieta de restrição, procurando alternativas de inclusão adaptadas e adequadas à condição de cada criança.
E cada criança terá a sua nova realidade. Há quem deva restringir um ou dois grupos alimentos, enquanto outros precisem restringir um pouco mais. Há quem possa tolerar alimentos com traços, enquanto outros, mais sensíveis, precisem de mais restrição. Há quem, por receio, evite reuniões sociais, mas é sempre bom lembrar que uma marmita recheada de coisas seguras e gostosas é uma excelente aliada para não perder nenhum evento.
A partir do momento que se cria uma nova rotina e que os novos alimentos começam a fazer parte do repertório da família, tem-se um novo arranjo. Com tudo mais organizado, já se sabe como ler os rótulos, como abastecer a dispensa e a geladeira, como preparar os alimentos, quais lanches ter na bolsa, em quais sites procurar boas receitas e por aí vai. O importante é encontrar leveza nas atividades cotidianas.
Dessas novas atitudes, muitas vão permanecer na vida dessas famílias, mesmo que a cura não demore a chegar!
A convivência fora de casa pode ser desafiadora para famílias que lidam com a APLV, cheia de adaptações e, muitas vezes, inseguranças.
Frequentar creche e/ou escola é um dos eventos mais importantes para a socialização e o desenvolvimento de uma criança. Todos tem um papel na inclusão da criança com APLV nessa etapa!
Alergia alimentar (AA) é a reação anormal do sistema de defesa do organismo às proteínas dos alimentos.
Para garantir um cuidado adequado e evitar que complicações aconteçam no futuro com o seu bebê, saber reconhecer a diferença entre as duas doenças é fundamental para qualquer família.